Quanto ganha um psicologo?

Assim como em qualquer profissão, o salário de um psicólogo pode variar bastante a depender de alguns fatores. Hoje vamos falar um pouco sobre quanto um psicólogo tende a ganhar. Cada psicólogo no Brasil tem amparo legal para definir o valor dos serviços que oferece aos seus clientes. Espera-se que os profissionais tenham bom senso e muitos agem assim, enquanto outros, nem tanto. Muitas coisas podem entrar nesse cálculo, tais como as especializações que o psicólogo já fez, que costumam ser caras, o seu tempo de experiência profissional, o poder econômico da população local dentre outras coisas. A Federação Nacional dos Psicólogos é uma entidade sindical que defende os interesses profissionais dos psicólogos brasileiros. Ela sugere, em conjunto com os conselhos regionais de psicologia, uma tabela de honorários a serem cobrados por certos serviços. Para uma sessão de psicoterapia individual são sugeridos atualmente como limite inferior 151 reais e 45 centavos e como limite superior 259 reais e 65 centavos. É bom ressaltar que essa é apenas uma sugestão com base nos valores normalmente cobrados pelos psicólogos no Brasil. Veja a tabela completa no link que está no final da descrição do vídeo aqui embaixo. De acordo com um levantamento feito em 2018 com base em dados do Ministério do Trabalho e Emprego, um psicólogo clínico no Brasil ganha em média 2.538 reais e 89 centavos. Esse valor varia a depender da jornada de trabalho e outros fatores citados antes. Para exemplificar, um psicólogo cobrando 160 reais por sessão e que consiga realizar uma média de 20 sessões por semana, somará em torno de 12.800 reais no fim do mês. Ainda seria necessário descontar coisas como aluguel de imóvel, impostos, taxa do conselho e outros gastos para manter um consultório. Mas a realidade de uma grande parte dos psicólogos é pior, pois não é tão simples conseguir vários clientes que estejam dispostos a pagar esses valores citados. Muitos psicólogos trabalham com planos de saúde por conta disso. Planos de saúde pagam valores que tendem a variar em torno de 20 a 120 reais por sessão. Esse valor varia a depender do estado, do plano de saúde e do tipo de serviço. Desse valor, ainda costuma ser descontado em torno de 50% para a clínica e outra porcentagem de impostos até chegar no psicólogo. Alguns psicólogos podem acabar recebendo menos de 10 reais por sessão. Para compensar isso, os psicólogos podem tentar fazer uma quantidade excessiva de atendimentos, como atender 60 pessoas diferentes por semana. As chances desse psicólogo oferecer um bom atendimento a todas essas pessoas é certamente menor. Então essa lógica pode acabar sendo prejudicial para muitos clientes e para a saúde mental dos próprios psicólogos. Já quando falamos de concursos públicos existem salários bem altos e baixos. Um psicólogo concursado na Câmara Legislativa do Distrito Federal, por exemplo, terá um salário inicial de 15 mil e 800 reais e um concursado no Senado Federal, mais de 21 mil reais. Um psicólogo com título de doutor e que tenha passado em um concurso de professor adjunto em uma universidade pública pode ter um salário inicial em torno de 9 mil reais. Já um psicólogo concursado na Prefeitura Municipal de Macapá terá um salário inicial de 2 mil e 100 reais. Uma parte ruim dos concursos é que geralmente existem poucas vagas, essas vagas são altamente concorridas e demoram para abrir de novo. Por isso o jeito que vários psicólogos encontram de ganhar seu dim dim é na prática privada mesmo. Muitos também conseguem salários altos por meio da criação inovadora de serviços e empresas privadas. Nesse ramo, a criatividade e o código de ética profissional do psicólogo são os limites. No final das contas, tem psicólogo por ai ganhando todo tipo de salário, mas uma boa parte não ganha salários exorbitantes. Outras profissões, como a medicina, tendem a possuir médias de salário muito superiores. O início da carreira de um psicólogo, especialmente o clínico, pode ser difícil e bem caro para o próprio psicólogo. Então se a sua prioridade é ter um salário alto, talvez seja mais fácil e rápido alcançar essa meta em outras carreiras. Dito isso, vale enfatizar que profissionais dedicados e criativos encontraram na psicologia uma profissão na qual conseguiram uma remuneração satisfatória ao mesmo tempo em que se sentem realizados com o que fazem. De modo geral, os psicólogos ainda estão longe de receber o reconhecimento e a remuneração devida. A profissão de psicólogo têm sido desafiada por poderosas ameaças e muitos desafios ainda precisam ser enfrentados.
https://www.editorasanar.com.br/blog/quanto-ganha-um-profissional-de-psicologia

Como lidar com insegurança.

Todo mundo passa por momentos de dúvida e insegurança sobre si mesmo. Hoje, vou descrever como você pode se sentir um pouco menos inseguro. Podemos nos sentir inseguros por vários motivos. Geralmente, a insegurança envolve um sentimento de não ser bom o suficiente, um medo de ser avaliado negativamente ou de estar vulnerável à riscos em situações futuras.

Esse sentimento é desagradável porque pode dificultar as nossas vidas e entra em conflito com a motivação básica que seres humanos possuem de sentir segurança e controle sobre suas vidas. Vou agora dar algumas dicas do que você pode fazer para lidar com a sua insegurança. Em primeiro lugar, se a sua insegurança tem te atrapalhado muito, recomendamos que você converse com um psicólogo. Esse sentimento pode ser o sinal de uma dificuldade maior e, nesse caso, dicas simples não farão milagres. Para a maioria das pessoas, sentir alguma insegurança é comum e ela não costuma impedir as pessoas de alcançar os seus objetivos. Mesmo assim, ela pode ser bem chatinha. É muito comum que a insegurança resulte de uma antecipação sobre o futuro. Você imagina que algo ruim pode acontecer e fica com medo daquilo te prejudicar, fazer sofrer ou de você não conseguir lidar muito bem com aquilo. Quando pensamos sobre eventos negativos no futuro, é comum que ocorra a catastrofização. Catastrofizar significa imaginar que, se algo ruim vai acontecer, isso ocorrerá da pior forma possível ou que as consequências desse evento serão irrealisticamente insuportáveis ou catastróficas. Quanto pior imaginamos que a situação futura será, menos seguros e preparados nos sentiremos para enfrentar a situação quando ela ocorrer. Quando você perceber que está catastrofizando, tente anotar em um papel as respostas para as seguintes perguntas: O que exatamente nessa situação seria tão ruim pra você? Por que isso seria tão ruim? O que você poderia fazer para lidar com isso? Como você lidou com isso em situações parecidas anteriormente? Como você acha que vai se sentir sobre essa situação um mês depois dela ter ocorrido? E um ano depois? Essas perguntas são apenas alguns exemplos de como você pode analisar mais criticamente os seus pensamentos e avaliar de diferentes pontos de vista o quão realistas eles são. Fazer esse tipo de coisa leva muitas pessoas a se sentirem mais seguras. Outra maneira de lidar com a insegurança é treinando a sua capacidade de manter o pensamento no presente. Muitas pessoas acabam sendo   condicionadas a estar frequentemente com o pensamento no futuro ou no passado. Quando estamos mais focados no presente, não sobra muito espaço para sentir coisas como ansiedade, depressão ou catastrofizar. Uma maneira de desenvolver essa capacidade é por meio de alguma das meditações da atenção plena ou mindfulness. Outra possibilidade é que talvez você ainda possa melhorar bem as suas habilidades sociais, ou seja, aqueles comportamentos que ajudam muito a interagir com as pessoas. Alguns exemplos são os comportamentos de fazer e reagir bem a perguntas, pedidos, elogios e críticas. As habilidades sociais também envolvem saber pedir desculpas, expressar sentimentos, defender os próprios direitos, comunicar-se empaticamente, começar, desenvolver e terminar conversas preservando a qualidade da interação. A parte boa é que você pode sempre aprimorar as suas habilidades sociais e vários psicólogos podem te ajudar a treiná-las! Eles também podem te ajudar a lidar melhor com a catastrofização e a se focar mais no presente. Como sempre fazemos aqui, recomendamos a psicoterapia como uma forma de você se desenvolver em vários aspectos pra se sentir mais seguro e feliz. E se você está procurando ajuda de um Psicólogo entre no link abaixo que com certeza elas irão te ajudar. Um abraço!
http://psicologaemcuritiba.com/

Bolhas sociais.

Crenças nos permitem usar o passado pra entender o presente e tomar decisões de forma mais eficiente. Elas influenciam o que você nota, deixa de notar e o que entende da realidade à sua volta. Você desenvolve várias crenças ao longo da vida para organizar as suas impressões e conhecimentos a respeito das coisas.

Que coisas?

A sua visão de si mesmo, dos seus amigos, de como o mundo funciona e de como você deve se comportar em certas situações, por exemplo. As crenças são importantes porque influenciam o que você capta das situações, como você as interpreta e do que você poderá se lembrar depois. Elas funcionam como filtros que te ajudam a lidar com ambiguidades e a interpretar a realidade de forma mais rápida. A cultura na qual você vive exerce uma grande influência nas crenças dos seus cuidadores e eles, por sua vez, exercem uma grande influência nas suas crenças. Se você tivesse nascido em outro lugar ou tido outros cuidadores, suas crenças poderiam ser bem diferentes. Os cuidadores fazem isso tanto por meio da instrução direta quanto determinando os ambientes que você frequentará como a creche, escola ou igreja onde você poderá interagir com outras pessoas que também influenciarão suas crenças. As crenças têm uma enorme utlidade social, já que nos ajudam a lembrar que pessoas são legais, chatas, desleais, agressivas ou inteligentes. Esse é um tipo de conhecimento que pode te ajudar a evitar muitos aborrecimentos. É muito mais fácil botar uma crença dentro da sua cabeça do que mudar. Ela vai ficando cada vez mais forte conforme você desenvolve ou conhece novas justificativas que a apoiam. O que algumas pesquisas mostraram é que  evidências  muito mais convincentes podem ser necessárias para mudar uma crença do que para criá-la. Isso tem a ver com um fenômeno conhecido como perseverança da crença. Ela é a tendência de crenças se tornarem imunes à informações contraditórias uma vez que tenham sido criadas e justificadas. Em um estudo, os cientistas analisaram como as pessoas de alguns países reagiriam à retratação de notícias sobre a guerra do Iraque de 2003. Durante essa guerra, muitas informações divulgadas pela mídia acabaram sendo corrigidas ou desconfirmadas depois. Por exemplo, uma notícia de que tropas iraquianas executaram prisioneiros de guerra acabou se mostrando falsa posteriormente. Os cientistas observaram que norte-americanos tenderam a preservar suas crenças mesmo em notícias que se mostraram imprecisas depois, enquanto que alemães tiveram uma tendência maior de atualizar suas crenças diante das correções. A Alemanha era contrária à guerra do Iraque enquanto que boa parte dos norte-americanos apoiava a iniciativa. Procurando ajuda? Clique aqui.

Ao que tudo indica, as crenças prévias dos participantes de cada país influenciaram no quanto eles eram capazes de mudá-las diante de novas informações. Uma das razões pelas quais é difícil mudar de crença tem a ver com a dissonância cognitiva. Se você se vê como alguém sensato, então pode ser desconfortável aceitar que acreditou em algo que estava errado. Muita gente vai preferir proteger a autoestima se apegando a justificativas convenientes. O descobridor da dissonância cognitiva, Leon Festinger, observou isso acontecendo com pessoas que acreditavam que o mundo ia acabar em uma data específica. Quando a profecia falhava, surgia todo tipo de justificativa criativa para manter a crença viva, como pensar que o fim do mundo havia sido adiado para outra data. As redes sociais e ferramentas de busca podem piorar ainda mais as coisas por meio das customizações que oferecem e dos algoritmos que usam para distribuir conteúdo. Elas acabam alimentando ainda mais a nossa tendência de criar bolhas que filtram as informações à nossa volta. Quando você exclui ou para de seguir alguém que pensa diferente de você em uma rede social como o Facebook, você está filtrando o que vai aparecer pra você no futuro em uma direção coerente com as suas crenças e preferências já estabelecidas. Os algoritmos usados por redes sociais e ferramentas de busca podem analisar o que mais te interessa com base nas suas interações com os conteúdos e te mostrar depois mais conteúdos que possam te prender por mais tempo dentro da rede. Com isso você vai sendo exposto a cada vez mais justificativas para as suas crenças e pode se tornar menos tolerante com alguém que pensa diferente.

Por isso, cuidado com o que a internet anda fazendo silenciosamente com o seu cérebro.
http://www.psicolink.com.br/

Correlação Serotonina x Depressão.

Se você for a um psiquiatra falando que anda triste ou desanimado, as chances são grandes de você ouvir algo sobre depressão e sobre como você está assim por causa de um desiquilíbrio químico de serotonina no seu cérebro. Mas será que isso é verdade? Diferente do que muitos pensam, a relação causal entre serotonina e depressão está longe de ser bem resolvida na ciência. Essa ideia sobre a depressão, que ficou conhecida como a hipótese da serotonina, foi desenvolvida há cerca de 50 anos. Os primeiros antidepressivos, tais como os antidepressivos tricíclicos e os inibidores da monaminooxidase, foram descobertos por acaso nessa época enquanto eram testados para tratar outras condições médicas. Os pesquisadores perceberam que o humor das pessoas melhorava de forma inesperada depois de consumí-los. Esses medicamentos tinham diferentes efeitos no organismo, mas um desses efeitos era inibir a recaptação de serotonina pelos neurônios, além de afetar também os níveis de norepinefrina, por exemplo.




https://saude.abril.com.br/medicina/depressao-sintomas-diagnostico-prevencao-e-tratamento/

Novos medicamentos tendo a serotonina como alvo, tais como os inibidores seletivos de recaptação de serotonina, foram desenvolvidos e, conforme eles foram demonstrando efeitos em muitos pacientes, a hipótese da serotonina foi ganhando maior aceitação. Atualmente, sabemos que a hipótese da serotonina deixa muito a desejar. Se o problema na depressão fosse só uma deficiência de serotonina, bastaria mudar isso para ficar tudo bem. Na prática, os antidepressivos não funcionam com uma boa parte das pessoas. E mesmo quando eles funcionam, o aumento de serotonina deveria ter um efeito imediato, mas não tem.

Na verdade pode levar mais de um mês até que ocorram efeitos no humor, o que também não é coerente com a hipótese da serotonina. A princípio, uma diminuição de serotonina deveria ser capaz de induzir alguém à sintomas depressivos. Também deveriamos conseguir identificar níveis baixos de serotonina no cérebro de alguém com depressão. Sabe o que as pesquisas  averiguando essas possibilidades constataram? Que níveis reduzidos de serotonina podem alterar o humor de alguns, mas não o de outros, e que pessoas com depressão não exibem níveis baixos de serotonina necessariamente. Não existe nenhuma demonstração clara da existência de um equilíbrio químico ideal de serotonina no cérebro ou de um desequilíbrio que seria patológico. Mas então como é que os antidepressivos funcionam para algumas pessoas? Não temos certeza, mas uma possibilidade tem a ver com outros efeitos conhecidos desses medicamentos. Alguns deles aumentam a neurogênese no hipocampo, uma região que, como falamos em outro vídeo, parece ter um papel importante na depressão. Existem algumas pesquisas apoiando a ideia de que o efeito demorado dos antidepressivos pode ser um resultado do tempo necessário para que ocorra a neurogênese e essa sim pode causar um impacto considerável no humor. Embora a deficiência de serotonina possa exibir alguma relação com a depressão, correlação não é a mesma coisa que causação. A pesquisa científica indica que a deficiência de serotonina não é necessária e nem suficiente para que alguém desenvolva a depressão. O que parece mais provável é que a depressão possa ser causada por vários fatores em diferentes níveis de análise. Embora mudanças no cérebro possam fazer parte de uma explicação mais completa da depressão, também é necessário levar em conta outros fatores biológicos, psicológicos, sociais e culturais. A hipótese da serotonina, além de imprecisa, pode ser prejudicial para a população. Isso porque muitos profissionais da saúde acreditam que ela seja uma verdade absoluta e assim podem achar que só medicamentos vão resolver. Isso pode levá-los a desvalorizar ou até mesmo a serem contra outras opções de tratamento como a psicoterapia, por exemplo. O problema é que antidepressivos não são o suficiente em vários casos que a psicoterapia poderia ajudar pra caramba. O resultado é que, por uma falta de conhecimento científico de muitos psiquiatras, seus pacientes podem se prejudicar ao acreditarem que os seus problemas se resumem a um desequilíbrio químico que só pode ser resolvido com medicamentos. Medicamentos podem sim ser úteis sob certas condições, mas outras opções provavelmente seriam mais benéficas para muitas pessoas.

Procrastinação.

Quase todo mundo enrola pra terminar as coisas. Mas mesmo que pareça inofensiva pra alguns, a procrastinação pode ser um problema pra muitos que gostariam de ser mais produtivos. Procrastinar significa adiar intencionalmente o início ou término de alguma coisa que você ia fazer apesar de saber que essa pode não ser a melhor decisão. Saiba mais aqui

Ela é uma forma evitativa de enfrentar o estresse que tende a piorar a situação a longo prazo. Um dos principais fatores que levam alguém a procrastinar é o quão desagradável é aquilo que precisa ser feito. Outro fator é o quão distante no futuro a pessoa se beneficiaria de fato por fazer aquela tarefa.Quanto mais distantes estiverem os benefícios, maior tende a ser a procrastinação. As pessoas procrastinam a muito tempo já, mas tudo indica que, desde a revolução industrial, temos procrastinado cada vez mais. Embora consigam se sentir melhores no presente, a longo prazo procrastinadores se estressam mais, tiram notas mais baixas e podem ter uma saúde pior do que pessoas mais disciplinadas. A procrastinação pode custar mais caro também. Uma pesquisa indicou que, em média, os americanos gastaram 400 dólares a mais do que precisavam em 2002 por enrolarem pra fazer suas declarações de imposto e cometerem mais erros em decorrência disso. Todo mundo procrastina, mas nem todo mundo é um procrastinador. Alguns dados indicam que cerca de 20% das pessoas são procrastinadores crônicos. Essas pessoas sofrem grandes prejuízos por procrastinarem nos estudos, no trabalho e nos relacionamentos.

Essa tendência a procrastinar costuma ser estável ao longo do tempo.Em parte, essa estabilidade pode estar ligada a fatores genéticos, já que gêmeos idênticos  tendem a ser mais parecidos entre si do que gêmeos fraternais quanto à propensão a procrastinar. Se você quer procrastinar menos, aqui vão algumas dicas. Uma coisa importante é tirar da cabeça a idéia de que você precisa estar com vontade de fazer algo pra fazer algo. Não nos sentimos bem o tempo todo, mas podemos fazer o que precisamos mesmo assim. Você pode aprender a dar menos importância para os seus sentimentos na hora de fazer uma tarefa. Não vai ser tão agradável quanto ir assistir um filme, mas vai te ajudar a alcançar metas mais importantes a longo prazo. Se você tem uma tarefa complicada pra fazer, tente dividi-la em partes menores e mais simples. Por exemplo, se você precisa entregar um trabalho grande, divida ele em várias partes pequenas que você poderia começar a fazer agora e faça a primeira e mais simples delas. Assim você pode progredir aos poucos na tarefa. Isso pode fazer você se sentir bem e te motivar a continuar progredindo. Você pode se dar um prêmio por cada progresso que alcançar como um descanso de alguns minutos, o que também pode incentivar a sua produtividade se você usar o bom senso. O seu ambiente de trabalho também é importante. Ter o seu email aberto em um computador ou um celular conectado à internet enquanto tenta realizar uma tarefa pode diminuir a sua produtividade. Se você acha que é um procrastinador crônico, buscar ajuda psicológica pode ser uma boa idéia. Até a próxima!
https://periodicos.ufsc.br/index.php/rpot

Vamos conversar sobre Ansiedade

Salvando a vida de  alguns ou tornando ela o inferno, todos nós já sentimos o impacto da ansiedade nas nossas vidas atendendo a muitos pedidos falaremos hoje sobre ela para ela.

A ansiedade é uma reação que podemos ter ao acharmos que existe um risco futuro a caminho, é difícil não sentir ansiedade ao se dar conta que o seu time de futebol está quase rebaixado para Série B de novo. Ou que irá dirigir para uma estrada muito perigosa no dia seguinte, por causa de uma prova pode te motivar a se preparar mais para ela e com maior antecedência. Então embora ansiedade geralmente não seja agradável tanto ansiedade quanto medo podem ser muito úteis nas nossas vidas. O problema surge quando a ansiedade é muito intensa e realista e prolongada de ansiedade é desproporcional sua causa Isso pode atrapalhar a pessoa a viver a sua vida se ansiedade de alguém atinge níveis muito extremos por um período prolongado impedindo a pessoa sinta satisfação com a vida, ela pode desenvolver algum tipo da condição conhecida como transtorno de ansiedade. São de longe os transtornos mais comuns de serem observados no mundo todo prejudicando cerca de 7% da população mundial.

Na psicologia medo e ansiedade são consideradas duas coisas diferentes, o medo é uma emoção negativa e aguda diante de uma ameaça percebida no presidente imediato. Já a ansiedade costuma ser uma reação também negativa mas mais longa diante da percepção de risco é uma situação futura e não na situação na qual um indivíduo se encontra imediatamente. O medo está ligado ao presente ansiedade está ligada ao futuro, de acordo com a criação do manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais mais conhecido como DSM existem Sete Tipos diferentes transtornos de ansiedade. Outros transtornos como toque e o transtorno do estresse pós-traumático foram considerados por muito tempo transtornos de ansiedade na última edição deste manual o separou em outras categorias o DSM é uma tentativa de classificar as condições Psico Patológicas mais comuns a população e de tempos em tempos para modificado a partir dos novos conhecimentos que foram produzidos.

Todos os transtornos de ansiedade envolve em algum nível sintomas cognitivos como por exemplo receio de perder o controle ou ter algum dano, sintomas emocionais como ficar nervoso assustado ou apreensivo e sintomas comportamentais como agitação física ou evitação de situações ameaçadoras. Às vezes é difícil diferenciar ansiedade que todas as pessoas vivenciam regularmente da ansiedade que alguém diagnosticado com transtorno de ansiedade vivencia. Não existe uma divisão clara eindiscutível entre o que é uma ansiedade normal e uma a normal, o que fazer urgente dessa grande dificuldade é adotar o critério de maneira inteligente para concluir se a ansiedade de alguém atinge níveis extremos e prejudiciais. Assim como outros transtornos mentais transtornos de ansiedade tem diversas causas possíveis os genes, a cultura, as interações sociais, eventos traumáticos, uso de substâncias tais como drogas são algumas das influências mais importantes. Alguns psicólogos acredita então que a gente poder gerar tantas conseqüências negativas para nós hoje em dia a ansiedade foi e ainda é legal para nossa sobrevivência. A ansiedade  funciona como mecanismo de proteção se torna mais atentos a possíveis futuras ameaças e nos permite planejar os comportamentos em situações ameaçadoras como ameaça real ansiedade pode acabar salvando sua vida só que nossa imaginação receber ameaças que não são realistas ou provaveis de se concretizarem.  Nossa capacidade de formular cenários mentais alternativos sobre o futuro é ao mesmo tempo nossa dádiva e nossa maldição enquanto seres humanos.  Já que as vezes essa capacidade se vira contra nós mesmos ao invés de apenas nos proteger no contexto dos transtornos de ansiedade o perigo freqüentemente não existe, enquanto fato objetivo em inquestionávell mas sim encontra uma criação distorcida da mente ao tentarmos entender o que irá acontecer.

Existem diferentes tratamentos para cada um dos tipos de transtornos de ansiedade que mostraram uma grande efetividade em vários estudos clínicos assim como no caso da depressão, o nosso principal problema não é a falta de opções de tratamentos mas sim a falta de informação e de procuro por profissionais.
http://www.bvs-psi.org.br/php/index.php